12/01/07

Tout le Monde


Tout le Monde, Carla Bruni.

11/01/07

A Obra de Arte...

"permite vários processos de interpretação, vários processos de imaginação. Essa é a grande virtude da arte: permitir a quem a vê ter a sua própria leitura, que pode ser ou não coincidente com a do artista"

Paula Rego


“Ei-la então: uma Vanitas que cumpre a sua função de nos lembrar que a todos, inebriados, festivos, lúdicos, teatrais, violentos, patéticos seres humanos, nos espera um encontro irremediável com a morte. A matriz onírica do encontro que se dá no texto de Almeida Faria ou na representação de Paula Rego é talvez apenas uma forma de eufemismo na encenação da crueldade desta evidência.” CAMJAP

Inaugura hoje pelas 22h no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian a exposição VANITAS de Paula Rego, em simultâneo com o lançamento do livro VANITAS, 51, AVENUE D’IÉNA de Almeida Farias, conto que inspirou a obra.

Estará patente até dia 25 de Março de 2007.


08/01/07

Arnold Schoenberg

07/01/07

Requiem com imagens simples




«Hoje, prefiro cantar as coisas simples, as que

crescem depressa, como os ciprestes, ou as

que se enrolam a tudo o que aparece nos muros,

como as buganvílias. Através delas, vejo o céu

que me traz outras coisas, mais complicadas

dos que estas da terra; e também no céu

escolho, hoje, o que não é difícil».

Nuno Júdice,Requiem com imagens simples

29/12/06

Reencontro...2

Ma Mère



Pierre, um adolescente de 17 anos, tem um amor cego pela mãe, mas
ela não está disposta a assumir o que o filho projecta dela. Recusando
ser amada por aquilo que não é, ela decide quebrar o mistério e revelar
a sua verdadeira natureza - a de uma mulher para quem a imoralidade se
tornou um vício. Pierre pede para ser iniciado por ela no deboche e deixa-se
levar até ao limite em jogos cada vez mais perigosos...

25/12/06

Palavras e Palavras


"Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte."

HÁ PALAVRAS QUE NOS BEIJAM, Alexandre O'Neill (1924-1986)Poesias Completa